18 de Novembro 2017
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Edição:
#226
Mês:
NOV
Ano:
2017
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Background – Blind Guardian - parte 4
Por Valtemir Amler

Com o lançamento de Tokyo Tales (1993), primeiro disco ao vivo do Blind Guardian, a Virgin Records e a própria banda miravam em um crescimento exponencial no mercado mundial. Assim, o lançamento de Live (2003, CD) e Imaginations Through the Looking Glass (2004, DVD) pareciam vir com uma missão diferente: acalmar a parcela desconfiada dos fãs que tinham ficado desconfortáveis com as orques­trações mais proeminentes e o som progressivo mais latente de A Night at the Opera (2002).

Tanto o novo disco ao vivo quanto o DVD foram bem recebidos – os fãs louva­ram, novos fãs chegaram – mas quanto à desconfiança... Ela ganharia um reforço gigantesco no ano seguinte, quanto o baterista de longa data Thomen Stauch resolveu abandonar o grupo por conta de diferenças musicais. Ele, então formou o Savage Circus com o intuito declarado de soar como “o velho Blind Guardian” e fazer exatamente isso no debut, Dream­land Manor (2005). Sobre o assunto, o guitarrista André Olbrich declarou para a ROADIE CREW que “todo músico tem sua própria filosofia sobre a música e suas razões para segui-la. Se esse é o caminho que Thomen quis seguir, eu não tenho nada contra isso”, declarou, após deixar claro que concordava que o Savage Circus soava exatamente como o Blind Guardian antigo. Mas em seu grupo as coisas segui­riam outro caminho, pois Olbrich e o Blind Guardian não desejavam um mergulho no passado. “A nossa intenção é encontrar coisas novas, coisas que outras bandas ainda não fizeram, com o intuito de levar o metal a uma nova geração. Você só pode fazer isso se tiver novas ideias”, afirmou ele, sem disfarçar uma leve agulhada no antigo parceiro. 
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