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24 de Abril 2017
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Edição:
#206
Mês:
MAR
Ano:
2016
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Dream Theater
Por Guilherme Spiazzi

 

Há trinta anos o Dream Theater vem se desenvolvendo continuamente e, disco após disco, provou não ser um grupo saudosista ou acomodado. Desde o primeiro lançamento, When Day And Dream Unite (1989), mostrou personalidade, mas foi com a entrada do canadense James LaBrie no vocal e o lançamento de Images And Words (1992) que o quinteto realmente definiu sua identidade musical e começou sua jornada na popularização, na medida do possível, do Prog Metal como estilo pelo mundo. Durante a fase Falling Into Infinity (1997), as coisas pareciam dar sinais de desgaste e o grupo partiu para o “matar ou morrer” em Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory (1999). O resultado dessa investida obviamente você já sabe. Já o período de incerteza vivido em 2010, com a saída do baterista original – Mike Portnoy (The Winery Dogs, Flying Colors) –, foi devidamente enterrado com a entrada de Mike Mangini e o lançamento de A Dramatic Turn Of Events (2011). Graças à consistência dos lançamentos e sua ética de trabalho, o Dream Theater construiu uma base de fãs muito fiel, mas também bastante crítica e exigente. A cada novo disco espera-se mais de LaBrie, Mangini, John Petrucci (guitarra), John Myung (baixo) e Jordan Rudess (teclados). O que poderia ser encarado como pressão acaba sendo um sinal de que os fãs querem ser provocados – eles querem algo que os desafie e faça com que eles mergulhem na jornada sonora proposta pela banda. O que se encontra em The Astonishing, décimo terceiro trabalho de estúdio, é algo além de um disco com faixas independentes ou um trabalho conceitual como tantos outros. Esta obra é a trilha sonora de uma história que mistura passado, futuro, decadência, tecnologia, opressão e esperança criada por John Petrucci, que nos concedeu esta entrevista e revelou todos os detalhes por trás deste trabalho que vem para definitivamente expandir os limites do Dream Theater. 
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